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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

30 horas, já!

30 horas, já!
 


Na assembleia de hoje, o reitor garantiu a criação de uma comissão paritária para discutir a implantação da jornada de 30 horas.
Também terá continuidade a discussão dos demais pontos da pauta interna.


Sessão de informes
13 e 14/09, terça e quarta-feira
9h, no SINTUFSCar


ASSEMBLEIA
15/09, quinta-feira
9h, no Saguão da Reitoria

Nesse dia haverá eleição dos representantes para a comissão das 30 horas e discussão sobre os encaminhamentos da greve.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Moção de apoio do PT à greve

Moção aprovada no 4º. Congresso Nacional Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, realizado nos dias 2, 3 e 4 de setembro de 2011 em Brasília/DF 

Apoio à greve dos técnico-administrativos em educação das Universidades Federais Brasileiras


Os delegados e delegadas reunidos(as) no 4º Congresso Nacional Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, posicionam-se de forma solidária ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras técnico-administrativos em educação das universidades federais em greve desde o dia 6 de junho, prestes a completar 90 dias.

Os delegados(as) deste congresso também apelam ao governo democrático da companheira Dilma Rousseff, considerando o histórico de lutas da Fasubra e seu compromisso com a defesa da educação pública, gratuita e de qualidade social, que reabra as negociações e receba o comando Nacional de Greve da Fasubra buscando uma solução para o impasse ora instalado.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

90 dias de greve


Seguindo as orientações do CNG, que orientou a intensificação do movimento, a assembleia de hoje deliberou:
1 – Pela continuidade da greve.
2 – Pela participação da UFSCar na marcha à Brasília do dia 13/09, quando deverá  ser votado na Câmara dos Deputados o PL 1749/11, que trata da privatização dos HU’s. A lista de caravaneiros já está disponível na secretaria do sindicato.
3 – Convidar o Reitor para participação da assembleia da próxima segunda-feira, para discussão da pauta interna.

ATIVIDADE DA GREVE

Convidamos a todos os servidores técnico-administrativos para o:

Bate-papo sobre finanças pessoais

que será conduzido pelo companheiro Alcir Antonio Kuranaga, da Secretaria Executiva da ProAd.

06/09, terça-feira
9h, no SINTUFSCar

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA


ASSEMBLEIA GERAL
02/09, sexta-feira
9h30, no Saguão da Reitoria



Notícias: FASUBRA solicita à Presidenta Dilma mediação para retomar Agenda de Negociações

Com a greve da categoria chegando a 82 dias sem proposta efetiva à pauta de reivindicações, a FASUBRA Sindical decidiu por enviar ofício ao Palácio do Planalto, mais precisamente à Presidenta da República Dilma Rousseff, com objetivo de restabelecer as negociações com o Comando Nacional de Greve.
O documento, assinado pelos três coordenadores da Federação, Léia de Souza Oliveira, Paulo Henrique dos Santos e Rolando Malvásio, informa à presidente a causa principal de a categoria ter deflagrado a greve em 01 de junho passado: o não cumprimento do Termo de Compromisso firmado em 2007.
A coordenação Geral da FASUBRA relata os apoios que a greve tem conseguido conquistar, como de parlamentares, gestores e até mesmo do Ministro da Educação, Fernando Haddad, no sentido de solucionar tentar solucionar o impasse e retomar a normalidade no ambiente de trabalho dos TAE´s, ou seja, as universidades públicas brasileiras.
O texto faz referência também à recente ratificação da convenção 151 da OIT, e na regulamentação da negociação coletiva no serviço público, e ressalta o esforço das centrais sindicais que foram recebidas pelo Secretário Geral da Presidência, que afirmou categoricamente, que “não é política de governo não receber entidades em greve”.
A expectativa da Federação agora é de que a Presidente intermedie a retomada da negociação com a Federação, de modo a resolver o impasse.
A íntegra do ofício está disponibilizada no IG Nº 13 da FASUBRA.

Depoimento dos deputados após reunião com Ministério do Planejamento

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Atividades de formação aos servidores: PARTICIPEM!!

CICLO DE FORMAÇÃO, EM PARCERIA COM O ILAESE,
Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos!

PALESTRA/DEBATE
“A Origem dos sindicatos, o sindicalismo combativo de 1980 sua crise e o novo sindicalismo de luta dos anos 2000”

31/08, quarta-feira
8h30, no Anfiteatro da Reitoria

Apresentação de vídeo sobre as origens dos sindicatos e as características de um sindicato combativo. Apresentação e debate sobre as características do movimento sindical combativo que surgiu na década de 1980 no Brasil (formação da CUT), os perigos do sindicalismo de cúpula e a necessidade da recuperação do movimento sindical brasileiro e a importância do trabalho de base e da democracia dos trabalhadores. O surgimento da Conlutas no início do século XXI. Os caminhos para revolucionar a ação sindical.


PALESTRA/DEBATE
“O PT e a CUT no poder:
Um primeiro debate dos 8 anos de mandato do Governo Lula”

01/09, quinta-feira
8h30, no no Anfiteatro da Reitoria

Apresentação de documentário: “Linha de Montagem”. Apresentação e debate livre sobre o tema, analisando as ações do governo referente a localização do Brasil na nova divisão internacional do trabalho, a economia brasileira, o emprego, a renda, a reforma agrária, a educação, a saúde, as dívidas externa e interna, a relação com imperialismo e com as grandes empresas brasileiras. Política de assistência social e os pobres do Brasil. Quem financia as campanhas eleitorais no Brasil? Para quem governou Lula? Para quem está governando Dilma? Um panorama do Brasil contemporâneo!

PARTICIPEM!

sábado, 27 de agosto de 2011

Comissão da Câmara aprova privatização da previdência dos servidores públicos

A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou, por 13 votos a 7, o texto principal do Projeto de Lei (PL) 1992/2007, de iniciativa do Poder Executivo, que privatiza a previdência dos servidores públicos.

Ainda resta a votação de destaques (propostas de alteração do texto), e a votação por outras comissões da Câmara e Senado. Após este processo o PL será encaminhado à sanção da Presidente Dilma, que desta forma completará a Reforma da Previdência de Lula de 2003. Esta reforma já previa a instituição de fundo de pensão na modalidade “contribuição definida”, ou seja, se sabe qual será a contribuição, mas não se sabe qual o benefício de aposentadoria, que dependerá da rentabilidade das aplicações financeiras de tal fundo.

A justificativa sempre colocada pelo governo (e analistas neoliberais) para se livrar da responsabilidade de pagar as aposentadorias de seus servidores é sempre o mesmo: falta de recursos. É sempre alegado que as despesas com servidores aposentados e pensionistas estariam aumentando, e que teria-se de colocar estes pagamentos sob a responsabilidade de um fundo de pensão.

Porém, conforme mostra o Boletim Estatístico de Pessoal do próprio Ministério do Planejamento (pág 14), os gastos com servidores inativos e pensionistas caíram de 2,14% do PIB em 2002 (último ano do governo FHC) para 1,99% do PIB em 2010.

Na realidade, o próprio governo reconhece que, em um primeiro momento, a instituição do Fundo de Pensão dos servidores ocasionará prejuízos às contas públicas, dado que o governo deixará de receber parte das contribuições previdenciárias dos servidores (que irão para o fundo de pensão) e também terá de passar a contribuir para este fundo. Mas a longo prazo, o governo se desincumbe de garantir o pagamento a inativos e pensionistas.

O setor financeiro rentista ganha triplamente com a privatização da previdência dos servidores. Em primeiro lugar, ganhará com a redução dos gastos públicos com a previdência, pois desta forma o governo poderá gastar ainda mais com juros e amortizações da dívida pública. Em segundo, ganha com a administração de tal fundo, cujos recursos serão, conforme prevê o artigo 15 do PL 1992, administrados pelos bancos. E ganha também com os planos de previdência privada, que muitos servidores farão para garantir uma aposentadoria melhor.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Continuidade da greve

ASSEMBLEIA GERAL
29/08, segunda-feira
9h, no Saguão da Reitoria


A greve continua, dia 31 não é o limite!!!

Hoje os técnicos-administrativos de 51 Universidades Federais estão em greve, aguardando que a intransigência do governo chegue ao fim e que este negocie com a categoria.
O Comando Nacional de Greve (CNG) avaliou nesta quinta-feira (25/08) o resultado da reunião das centrais sindicais com o Secretário de Recursos Humanos e determinou que a greve deverá ser fortalecida em toda a base.
O CNG avaliou também que a data de 31 de agosto não é limite para a nossa luta, pois o governo pode fazer alterações na LOA durante sua tramitação.


Governo volta atrás em sua proposta aos docentes

Atitude gerou revolta e indignação nos representantes dos docentes presentes na reunião

Dirigentes do ANDES-SN e do PROIFES se reuniram na tarde desta quinta-feira (25) com o governo, para ouvir do secretário de Recursos Humanos do MPOG, Duvanier Paiva, que ambas as entidades entenderam errado a proposta limite do governo. A fala do representante do MPOG causou revolta e indignação entre os presentes, pois o governo voltou atrás em uma parte da proposta, o que impossibilitou o acordo. Nova reunião foi marcada para a tarde de hoje.
Enquanto isso, os docentes da UFPR, UFT, UFRR e UFMT já estão em greve.

Fontes consultadas:

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Atividades de Formação - 31/08 e 01/09

CICLO DE FORMAÇÃO, EM PARCERIA COM O ILAESE,
Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos!

PALESTRA/DEBATE
“A Origem dos sindicatos, o sindicalismo combativo de 1980 sua crise e o novo sindicalismo de luta dos anos 2000”

31/08, quarta-feira
8h30, no Anfiteatro da Reitoria

Apresentação de vídeo sobre as origens dos sindicatos e as características de um sindicato combativo. Apresentação e debate sobre as características do movimento sindical combativo que surgiu na década de 1980 no Brasil (formação da CUT), os perigos do sindicalismo de cúpula e a necessidade da recuperação do movimento sindical brasileiro e a importância do trabalho de base e da democracia dos trabalhadores. O surgimento da Conlutas no início do século XXI. Os caminhos para revolucionar a ação sindical.


PALESTRA/DEBATE
“O PT e a CUT no poder:
Um primeiro debate dos 8 anos de mandato do Governo Lula”

01/09, quinta-feira
8h30, no no Anfiteatro da Reitoria

Apresentação de documentário: “Linha de Montagem”. Apresentação e debate livre sobre o tema, analisando as ações do governo referente a localização do Brasil na nova divisão internacional do trabalho, a economia brasileira, o emprego, a renda, a reforma agrária, a educação, a saúde, as dívidas externa e interna, a relação com imperialismo e com as grandes empresas brasileiras. Política de assistência social e os pobres do Brasil. Quem financia as campanhas eleitorais no Brasil? Para quem governou Lula? Para quem está governando Dilma? Um panorama do Brasil contemporâneo!

PARTICIPEM!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Votação da Previdência Complementar é adiada.



PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: DEPUTADO POLICARPO PEDE MAIS TEMPO AO GOVERNO PARA DISCUSSÃO DO PL 1992/07

O deputado federal Roberto Policarpo (PT/DF) participou, nesta segunda-feira (22), de uma reunião na Casa Civil que discutiu o Projeto de Lei 1.992/07, que institui plano de previdência complementar aos servidores públicos.
 
"A reunião foi proveitosa no sentido de que cada entidade pode defender suas opiniões diretamente ao governo. Meu único apelo ao governo foi de que aguardemos e discutamos um pouco mais antes de aprovar uma matéria tão importante a um universo tão grande de servidores", afirmou Policarpo.
 
Na reunião, solicitada pelo próprio deputado junto ao governo Federal, as entidades representativas dos servidores encaminharam sugestões, propostas e críticas ao texto do Projeto de Lei. O governo também apresentou suas razões para defender a proposta. 
 
  Foram reunidos representantes do Ministério da Previdência, da Fazenda, do Planejamento e da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

 O PL 1992 deve voltar à pauta da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) nesta quarta-feira. Para o Sindiquinze é importante que os servidores compareçam no plenário para pressionar os parlamentares quanto à rejeição da matéria.

 

Extraído de:
http://sindiquinze.org.br/noticias/noticia.php?id=4892

Dilma: Brasil quer alcançar 1,2 milhão de matrículas em universidades federais até 2014


Na semana passada, foi anunciada a criação de quatro unidades em estados do Norte e do Nordeste. Com a expansão, a rede federal passa a contar com 63 universidades.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma avaliou o anúncio como um passo importante na terceira fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação, formada por universidades federais e também por Institutos Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (Ifets).

"Estamos criando condições para formar engenheiros, médicos, agrônomos, professores, dentistas e técnicos das mais diversas especializações, em municípios dos mais diferentes tamanhos, em todas as regiões", afirmou a presidenta.

Dilma lembrou que cidades com mais de 50 mil habitantes foram priorizadas na escolha dos locais para as universidades. Segundo ela, tratam-se de microrregiões onde não existiam unidades da rede federal, sobretudo no interior do país. Também foram considerados municípios com elevado percentual de pobreza e com mais de 80 mil habitantes, mas onde as prefeituras têm dificuldade de investir em educação.

"Antes, para realizar o sonho de ter uma profissão, o jovem tinha que sair de casa, viajar para estudar na capital ou nos grandes centros urbanos. Agora, o ensino universitário, o ensino tecnológico está indo onde o cidadão mora ou nas suas vizinhanças", explicou.
Para a presidenta, um salto na educação brasileira pode contribuir para o enfrentamento da crise econômica que atinge países como os Estados Unidos e os da União Europeia.

"Temos que ter consciência de que estamos vivendo uma situação mundial de muitas turbulências lá fora. Estamos preparados para atravessar esse momento de instabilidade econômica mundial, mas não podemos descuidar. Temos que enfrentar os desafios de hoje sem tirar os olhos do amanhã."

Extraído de: ExpressoMT - A Notícia em Primeira Mão

ASSISTA o vídeo-debate sobre a PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - PL1992/2007

No dia 18/08/11 apresentamos o vídeo de uma oficina da FASUBRA sobre a PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL, que trata do PL 1992/2007.

Embora na chamada tenhamos dito que o vídeo é importante especialmente para quem entrou no serviço público após 2003, após assistí-lo concluímos que ele é de extrema importância para todos os Servidores Públicos Federais, pois sua aprovação implicará em consequências para todos.

A debatedora do vídeo é a Luciene Pereira, auditora do Tribunal de Contas da União e segunda vice-presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União – SINDILEGIS.





segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Audiência discutirá reajuste de servidores e novos concursos - Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Legislação Participativa realizará audiência pública nesta quarta-feira (24) para discutir perspectivas de acordo sobre reajuste salarial para os servidores públicos federais e abertura de novos concursos públicos.

O debate foi solicitado pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) e apoiado pelo relator da sugestão, deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE).

A Condsef programou para o mesmo dia uma marcha do funcionalismo a Brasília. A intenção é pressionar o governo a reservar recursos para essas duas demandas trabalhistas no Orçamento da União de 2012, que será enviado pelo governo ao Congresso Nacional em agosto e será votado até o fim deste ano. Diante da atual crise econômica internacional, o governo já avisou que não dará aumento salarial para o funcionalismo.

Impacto nas despesas
 Paulo Rubem Santiago vai apresentar dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que mostram folga financeira do governo suficiente para garantir o reajuste. Segundo o deputado, a equipe econômica precisa mudar a estratégia de reduzir os gastos públicos apenas com o corte de despesas com pessoal.

O secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, Josemilton Costa, afirmou que a categoria está apreensiva com os cortes de verbas anunciados pelo governo. "Vamos ficar praticamente três anos sem nenhum tipo de reajuste. E os concursos públicos foram todos suspensos.”

Costa disse que a realização de concursos públicos é necessária para suprir a defasagem de servidores e para substituir terceirizados. Ele afirmou que, durante o Governo Lula, cerca de 200 mil vagas foram preenchidas nos três Poderes por meio de concurso público, mas a defasagem é de quase 700 mil.

Foram convidados para o debate:
 - um representante do Ministério da Fazenda;
 - um representante do Ministério do Planejamento;
 - o presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Vital do Rêgo;
 - o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique;
 - o secretário-geral da Condsef, Josemilton da Costa.

A reunião será realizada às 14h30, no Plenário 3.

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ADMINISTRAÇÃO-PÚBLICA/201449-AUDIÊNCIA-DISCUTIRÁ-REAJUSTE-DE-SERVIDORES-E-NOVOS-CONCURSOS.html

Prioridade do governo é a questão econômica

A prioridade do governo federal é a questão econômica. Já as questões salariais dos servidores acabam tendo que se adequar a essa prioridade governamental. A avaliação é do professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Claudio Tonegutti, diretor da Regional Sul do ANDES-SN, e que esteve no auditório da Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal de Santa Maria (Sedufsm), sexta (19) à noite, para falar sobre “Carreira e Política Salarial”. Isso é que explica, segundo ele, que, por exemplo, o funcionalismo federal não tem uma política salarial de longo prazo.

Enquanto no setor privado existe a data-base, o dissídio, no setor público, até hoje isso não foi regulamentado. “Em 2010, 90% dos dissídios do setor privado resultaram em ganhos acima da inflação. Já os servidores federais, ano a ano, têm que ir de pires na mão reivindicar ao governo e, na maioria das vezes, não têm sido atendidos”, enfatiza Tonegutti.

O diretor do ANDES-SN, que também integra a coordenação do Grupo de Trabalho de Carreira, rebate os argumentos utilizados pelo governo de que os reajustes lineares, se repassados a todos os servidores, causariam um impacto negativo nas contas públicas. Ele cita que em 2010, o governo gastou R$ 635 bilhões com o serviço da dívida e apenas R$ 70 bilhões com salários e encargos do funcionalismo. O percentual requerido pelo conjunto das categorias - 14,2% - causaria um impacto de R$ 25 bilhões no total do orçamento, valor bastante inferior em relação àquilo que se gasta com a dívida, que é gerada pelo próprio governo, em função de o país possuir a mais alta taxa de juros do mundo.
 
Leia na íntegra em: http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=4829

sábado, 20 de agosto de 2011

Ministro da Educação é recebido com manifestação em Curitiba

Na manhã de quarta-feira (17/8), cerca de 100 pessoas, entre estudantes e docentes da Universidade Federal do Paraná, além de professores do magistério municipal de Curitiba, realizaram manifestação em frente ao Teatro Positivo, onde ocorria o Sala Mundo, um encontro internacional sobre educação.



O protesto teve como objetivo expor ao ministro da Educação Fernando Haddad – palestrante na abertura do evento - a contrariedade da comunidade em relação às políticas implementadas pelo governo que aprofundam a precarização e o sucateamento do ensino público no país.

Para os manifestantes, o insuficiente investimento do governo federal com a educação pública tem causado sérios prejuízos para o ensino no país. Entre as reivindicações está a necessidade da aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, a recomposição salarial das categoriais e a contratação de mais profissionais.

Durante entrevista coletiva ao final de sua palestra, ao ser questionado sobre a greve dos docentes da UFPR deflagrada na tarde do dia 16 de agosto, Fernando Haddad respondeu que está observando o movimento, e deixou claro que as negociações com os professores universitários devem ser feitas apenas com o MP. "Nós estamos acompanhando e subsidiando o Ministério do Planejamento com informações para que nós possamos dialogar. As negociações são centralizadas no Ministério do Planejamento", afirmou o ministro.

Na saída do Teatro, mesmo tentando fugir da presença dos manifestantes, Haddad foi abordado e, ao ser questionado sobre os problemas pelos quais passam as universidades públicas, respondeu que estaria disposto a conversar com os representantes das categorias, afirmando que seriam atendidos caso fossem a Brasília.

Fonte: Apufpr - Seção Sindica

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Atividades da greve

ASSEMBLEIA GERAL
22/08, segunda-feira
9h00, no Saguão da Reitoria

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Convocação – Atividade da GREVE


CONFRATERNIZAÇÃO 
Foram convidados os funcionários dos Campi de Sorocaba e Araras
Coffee Break, seguido da exibição do documentário “ABC da Greve”


23/08, terça-feira
9h00, no Saguão da Reitoria


O documentário “ABC da Greve” cobre os acontecimentos na região do ABC paulista, acompanhando a trajetória do movimento de 150 mil metalúrgicos em luta por melhores salários e condições de vida. Sem obter êxito em suas reivindicações, decidem-se pela greve, afrontando o governo militar. Este responde com uma intervenção no sindicato da categoria. Mobilizando numeroso contingente policial, o governo inicia uma grande operação de repressão. Sem espaço para realizar suas assembléias, os trabalhadores são acolhidos pela igreja. Passados 45 dias, patrões e empregados chegam a um acordo. Mas o movimento sindical nunca mais foi o mesmo.


Lembramos que todos os dias ocorrem os informes da greve. No dia 24/08, haverá a Marcha Nacional unificada dos trabalhadores do serviço público com todos os movimentos sociais, sendo que já temos um ônibus garantido, além de uma lista de espera, caso alguém mais se interesse!

ANDIFES - Nota Pública


Mais do que uma garantia  legal  estabelecida na Constituição Federal, a autonomia universitária constitui-se num dos fundamentos em que   se   apoiam  nossas   instituições   para   o   cumprimento   da  missão estratégica de desenvolver o país com justiça social.

O desrespeito   a   esse   fundamento   por   meio   de   iniciativa conduzida em nome das universidades sem o devido consentimento de seus   reitores   representa   uma   inaceitável   rejeição   do   princípio   da autonomia como valor institucional de primeira grandeza.

Com essa compreensão,  a Andifes manifesta seu completo desacordo com a decisão da AGU em indicar, sem prévia consulta,  um grupo   de   universidades   federais   como   requerentes   de   recente   ação movida contra entidades de representação de servidores universitários.

Interferências na autonomia reduzem a capacidade de atuação das universidades  federais no sistema nacional de educação,  obstruem suas vias de democracia  interna,  dificultam a  interlocução com outros órgãos   da   administração   pública   e   impõem  à   Andifes   a   necessária reflexão   pela   busca   de   instrumentos   institucionais   que   impeçam   a repetição de episódios de mesma natureza.


Brasília, 17 de agosto de 2011.

Fonte: http://www.andifes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=647&Itemid=27

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vídeo-debate sobre PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL


Convocação – Atividade da GREVE


Vídeo-debate sobre
PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
(PL 1992/2007)


Debatedora:
Luciene Pereira
(auditora do Tribunal de Contas da União e segunda vice-presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União - SINDILEGIS)


18/08, quinta-feira
9h00, no Saguão do SINTUFSCar


Convidamos todos a participarem, especialmente os servidores novos, contratados após 2003, quando ocorreram mudanças drásticas nas regras da aposentadoria do funcionalismo público. É fundamental tomarmos conhecimento dessas mudanças, afinal é nossa aposentadoria que esta em jogo!
Participem!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Governo planeja congelar gastos de 2012

 

Capa Folha de S.Paulo - Edição São Paulo
Diante da crise, ministra do Planejamento afirma que não se deve esperar Orçamento frouxo para o próximo ano

Ações prioritárias, como plano de combate à pobreza, PAC e bolsas de estudo para jovens, porém, serão poupadas

ANA FLOR E GUSTAVO PATU – FOLHA SP

DE BRASÍLIA
O governo Dilma Rousseff decidiu promover um congelamento de despesas no projeto de Orçamento para 2012, em uma orientação reforçada pelo temor dos efeitos da crise econômica internacional.


Na proposta de lei orçamentária, a ser enviada ao Congresso até o fim do mês, a maior parte dos gastos não obrigatórios do Poder Executivo será limitada aos montantes em vigor neste ano. Em entrevista à Folha, a ministra Miriam Belchior (Planejamento) disse que a programação para o próximo ano será “sóbria” e não se deve esperar um Orçamento mais “frouxo”. “O limite inicial [de despesas federais para 2012] será o mesmo.”


A ministra avaliou que o projeto será afetado pela necessidade de lidar com a turbulência econômica, mas teve a preocupação de apontar a diferença entre o Brasil e os países que têm crise fiscal.


“Fizemos a lição de casa antes”, disse, citando o ajuste anunciado no início do ano, quando foram bloqueados ou cortados R$ 50 bilhões em gastos previstos.


As despesas não obrigatórias são uma parcela minoritária do Orçamento -em torno de 25% do total, pela classificação do Planejamento.


Elas incluem setores que não necessariamente estarão sujeitos à restrição de despesas. Ações consideradas prioritárias, como o plano de combate à pobreza extrema, o PAC e as iniciativas como bolsas de estudo para jovens no exterior, serão poupadas.


Não há, entretanto, previsão de reajuste salarial para o funcionalismo público.


No segundo governo Lula, os montantes destinados a esses programas cresceram continuamente. Em tese, teria que haver um aumento de cerca de R$ 8 bilhões em 2012 para manter o patamar deste ano corrigido pela inflação.
RESPOSTA À CRISE


Em 2009, quando enfrentou a onda recessiva anterior, a administração petista optou por reduzir tributos e elevar despesas para estimular o consumo e o investimento.


Agora, no entanto, os investidores domésticos e internacionais estão mais preocupados com a solidez das contas do governo.


Para o próximo ano já está contratada uma forte elevação de despesas obrigatórias com previdência, assistência social e seguro-desemprego.


Isso ocorre por conta do reajuste de 7,5% acima da inflação que já está programado para o salário mínimo.


Também haverá perda parcial de receita com medidas adotadas neste ano para estimular o consumo, a indústria e exportações.


Apesar de estar preocupada com os gastos, a equipe econômica pediu à presidente Dilma que vete ao menos dois pontos da lei que define as regras do Orçamento de 2012. A Folha apurou que um deles é a fixação de meta para deficit em contas públicas.


O outro é a fixação de uma regra que impede que as despesas com a máquina pública cresçam mais que o investimento. Eles foram inseridos pela oposição no texto final do projeto, aprovado pelo Congresso Nacional. Colaborou LORENNA RODRIGUES, de Brasília

Brasil sofrerá pouco com crise externa

Para economistas, país crescerá menos, mas cenário é menos grave do que em 2008

MARIANA SCHREIBER

DE SÃO PAULO
A piora do cenário econômico na Europa e nos Estados Unidos vai mexer com a economia brasileira, mas não na mesma magnitude que a crise financeira de 2008. Essa é a percepção da maioria dos economistas ouvidos pela
Folha
.


Alguns já começaram a rever projeções para o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Se alguns meses atrás as previsões ficavam em torno de 4,5%, eles esperam agora crescimento abaixo de 4% para este e o próximo ano.


Uma recessão como a de 2009, no entanto, é considerada improvável.


“Essa crise não deve ter a gravidade de 2008. O impacto aqui tende a ser relativamente pequeno”, afirma Maílson da Nóbrega, sócio da consultoria Tendências.


Nóbrega aponta o aumento de cerca de 13% do salário mínimo no ano que vem como um dos fatores que manterão a economia aquecida.


A necessidade de investimentos para a exploração do pré-sal e para a realização da Copa (2014) e da Olimpíada (2016) também devem limitar o impacto da crise no país.


“Não consigo ver o forte ciclo atual de investimentos no Brasil ser afetado substantivamente. Se a coisa [lá fora] for um pouco mais feia, eles vão crescer menos, mas seguirão se destacando num mundo onde há uma penúria de oportunidades”, avalia o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros.


Para os especialistas, o crescimento menor dos países ricos não causará grandes estragos no mercado de trabalho brasileiro e nos setores de comércio e serviços. Isso porque, dizem, o consumo deve se manter aquecido.


As exportações de commodities (insumos básicos) também não devem ser muito afetadas, pois não é esperado um grande recuo de preços.


Na opinião do economista-chefe do banco ABC Brasil, Luis Otavio Leal, o setor que será mais afetado é a já enfraquecida indústria.


Como os juros ficarão muito baixos nos EUA e na Europa para estimular essas economias, investidores continuarão trazendo recursos para o Brasil, em busca de rentabilidade. Isso manterá o dólar fraco, projetam.


Com o real valorizado e a demanda externa por manufaturados ainda mais fraca, a indústria continuará com dificuldades para exportar e competir com os importados.


Na avaliação do Itaú, a repetição de uma crise como a de 2008 é improvável, mas seu risco aumentou nos últimos dias. O banco estima que se isso acontecer o Brasil para de crescer até 2012.


Nesse caso, o Itaú considera que o governo deve reagir de forma diferente do que em 2008. Ao invés de aumentar os gastos públicos, deve aproveitar a “oportunidade” para reduzir mais os juros e trazer a taxa para perto de patamares internacionais.

Reportagens da EPTV sobre a greve

Assembleia na UFSCar discute cumprimento de determinação da Justiça
11/8/2011
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Servidores em greve da UFSCar estão em Brasília para acompanhar a negociação com o governo
9/8/2011
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Adiamento do retorno às aulas na UFSCar preocupa alunos e comerciantes
8/8/2011
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Fonte: http://eptv.globo.com/